sábado, 24 de novembro de 2012
Falta Nutriente, Falta Saúde
A falta de nutrientes no organismo pode trazer muitas doenças!
Sabe-se que os nutrientes, tais como vitaminas e minerais, não atuam somente na nutrição dos indivíduos, mas também desempenham papéis específicos fundamentais, colaborando para o bom funcionamento do corpo humano de uma maneira geral.
Cada nutriente possui uma determinada função no organismo. Quando há deficiência de determinado nutriente, não há somente má nutrição, mas problemas relacionados com a função daquele nutriente.
“A resposta para muitos eventos que acontecem em seu corpo está na sua alimentação.”
Nesta matéria estaremos discutindo as doenças relacionadas às vitaminas e minerais mais comuns e os alimentos fontes de cada nutriente que evitam o aparecimento de tais patologias.
Anemia Ferropriva
É caracterizada pela deficiência de ferro no organismo. Cerca de 50% das gestantes e crianças brasileiras de seis meses a dois anos possuem esta anemia. O ferro é um mineral que está presente nas hemoglobinas - células sangüíneas que atuam no transporte de oxigênio no sangue. Sintomas da deficiência incluem cansaço generalizado, apatia, palidez e falta de ânimo para as atividades diárias.
Ações do Ministério da Saúde para reduzir os casos de anemia incluem a obrigatoriedade da fortificação da farinha de trigo e de milho com ferro e ácido fólico e a distribuição em postos de saúde de suplemento de sulfato ferroso.
Para evitar a anemia ferropriva é importante a ingestão de alimentos ricos em ferro como carne bovina, frango, peixe, ovos, feijão, lentilha e vegetais de folha verde escura como espinafre, agrião e rúcula.
Raquitismo e Osteomalácia
Essas duas doenças estão relacionadas com a deficiência de vitamina D, responsável pelo aumento da absorção de cálcio pelo organismo, fortalecendo ossos e dentes. Esta vitamina está presente em alguns alimentos de forma variável como leite, gema de ovo, fígado e óleos de peixe, porém a fonte mais importante de vitamina D é a luz solar. No organismo, a luz solar sintetiza vitamina D e por isso essas doenças ocorrem principalmente em pessoas que não tem contato com a luz solar.
Beribéri
É uma doença causada pela deficiência de tiamina ou vitamina B1. É rara porque são várias as fontes alimentares de tiamina, como carne bovina, aves, gema de ovo, peixe, leguminosas, pães e cereais enriquecidos, leite, frutas e hortaliças.
Os sintomas são confusão mental, neuropatia, taquicardia e insuficiência cardíaca. É mais freqüente em alcoólatras e em pessoas que possuem uma dieta à base somente de cereais refinados que não são enriquecidos com tiamina.
Escorbuto
O escorbuto é a deficiência de vitamina C, uma doença rara, cujos sintomas são hiperceratose folicular, gengivas inchadas e inflamadas, pele seca, perda de cabelo, além de boca e olhos secos. Ocorre mais em alcoólatras, pessoas que não consomem frutas e vegetais, idosos com dietas muito limitadas e pessoas gravemente doentes. Os alimentos fonte de vitamina C são frutas cítricas como laranja, acerola, limão, abacaxi, além de tomate, morango, pimentão, repolho, goiaba, batata, kiwi e outras hortaliças.
Pelagra
Doença causada pela deficiência de niacina, tendo como sintomas: fraqueza, falta de apetite, dermatite, confusão mental e diarréia. Essa vitamina é constituinte de várias coenzimas que estão presentes em todas as células do corpo. É uma doença rara porque vários alimentos são fontes dessa vitamina como carnes, aves, peixes, vegetais, frutas, amendoim, leite, ovos e leguminosas como feijão e lentilha.
Anemia Perniciosa
Este tipo de anemia ocorre devido à deficiência de vitamina B12, uma vitamina do complexo B. Essa vitamina está presente em alimentos de origem animal como fígado, leite e derivados, ovos, peixes, carnes e por isso pode ocorrer em pessoas vegetarianas restritas ou quando há ausência de fator intrínseco – uma substância presente no estômago necessária para a absorção dessa vitamina.
Deficiência de Vitamina A
A deficiência de vitamina A está relacionada com afecções oculares, como a cegueira noturna, xeroftalmia (um quadro ocular grave) e, também, a alterações cutâneas e maior susceptibilidade a infecções. No mundo, a deficiência de vitamina A é um problema de saúde pública, atingindo cerca de 50 milhões de crianças, segundo dados da OMS. Os alimentos ricos em vitamina A compreendem vegetais de folha verde escura, frutas de cor amarelo-alaranjado e vermelho, como mamão, goiaba, além de batata, fígado, carnes, leite e derivados, batata-doce, cenoura, abóbora, gema de ovo, entre outros.
Fonte
Roberta Stella
Nutricionista responsável técnica pelos programas alimentares de Cyber Diet.
domingo, 7 de outubro de 2012
segunda-feira, 1 de outubro de 2012
terça-feira, 4 de setembro de 2012
Aprenda a driblar a fome emocional
Buscar conforto na comida para compensar tristezas e frustrações é uma atitude super comum, mas nem sempre a gente percebe que isso está acontecendo. E quando percebe, não consegue se conter. Nessas horas, os alimentos doces e gordurosos, por serem mais saborosos, são os primeiros a serem devorados num zás trás. “Essa fuga pode até proporcionar algum prazer, mas ele é momentâneo e vem sempre seguido de uma grande frustração”, diz a nutricionista Lara Natacci, mestre em comportamento alimentar pela Universidade de São Paulo (USP) e diretora da Dietnet Assessoria Nutricional, em São Paulo.
Felizmente, é possível se controlar diante da geladeira. Conheça cinco estratégias infalíveis:.
1- Identifique o que faz você comer mais – Faça um diário alimentar, relatando tudo o que ingeriu durante o dia, tomando nota até mesmo dos horários de lanches, refeições e eventuais beliscadas. Junto a esse registro, coloque também o sentimento que consegue identificar em cada um desses momentos ou um pouco antes disso –– tristeza, alegria, cansaço... “Ao lado de cada anotação, use uma escala de 0 a 10 para classificar a intensidade da fome”, recomenda Lara Natacci. Depois de alguns dias, observe e procure perceber o que você está comendo, quando e por quê. Trata-se de uma espécie de exercício de autoconhecimento que vai ajudar a frear os ataques de gula.
2- Liste as atividades que gosta de fazer e substitua as guloseimas por uma delas. Nessa relação, devem entrar apenas o que realmente lhe dá prazer. Pode ser dançar, passear com o cachorro, ouvir música, andar de bicicleta, escrever, nadar, cantar e por aí vai. Procure incluir o maior número possível de opções. “Quando vier o impulso pela comida, olhe a lista e tente realizar uma delas”, ensina Lara Natacci. Você vai ver que, na maioria das vezes, dá para fazer essa troca sem dramas e perceber que não é fome o que de fato está sentindo.
3- Faça o teste da fome – Num sábado ou domingo, levante pela manhã e não tome café. Observe quais são as suas reações quando o apetite desperta. Dor de cabeça, um pouco de tontura, mau humor, fraqueza? “Depois desse exercício, quando tiver vontade de comer fora de hora, mas não estiver com uma dessas sensações, a pessoa vai saber que não é fome”, explica Lara. Claro que esse teste só deve ser feito uma vez. E, no dia a dia, ninguém vai precisar esperar por uma dessas reações para, só então, se alimentar. Mas, quando aquela gulodice incontrolável vier à tona, esse pode ser um bom termômetro para sinalizar que é chegado o momento de dizer não aos petiscos.
4- Não armazene guloseimas em casa – O primeiro passo é ir sempre ao supermercado de barriga cheia. Assim, salgadinhos e afins não vão parar no carrinho e na despensa. Sem os quitutes guardados no armário, vão sobrar itens mais saudáveis e menos gordurosos para se satisfazer num momento de fúria. “O risco de exagerar é sempre maior se esses alimentos estiverem ao alcance”, afirma a nutricionista Mariana Del Bosco, responsável pelo Departamento de Nutrição da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica (Abeso).
5- Evite riscar um determinado alimento do cardápio – Na hora de escolher o que comer, inclua sempre um mix de alimentos que fornecem todos os nutrientes de que precisamos, como vitaminas, minerais, gorduras, carboidratos e proteínas. Estudos provam que restrições severas provocam exageros depois, e o resultado acaba sendo bem pior. É aí que entra o famoso efeito sanfona. Por isso, não pense em cortar radicalmente açúcar ou chocolate, por exemplo. Basta diminuir o consumo. “Quando há a restrição, geralmente logo em seguida vem a compensação, e isso é péssimo”, diz a nutricionista Lara Natacci.
Fonte http://saude.abril.com.br/emagrece-brasil/fome-emocional.shtml
quinta-feira, 23 de agosto de 2012
Hábitos Saudáveis adiam primeiros Sintomas do Alzheimer,
Doença que se torna mais frequente conforme as pessoas vivem mais, o mal de Alzheimer afeta, hoje, cerca de 34 milhões de pessoas no mundo todo. Evitar o problema infelizmente não é possível, ainda. Mas, com mudanças de hábitos, é possível adiar por muitos anos o aparecimento dos sintomas. É o que afirma o neurocientista e professor de psiquiatria Gary Small, que esteve em São Paulo esta semana para falar sobre os fatores de proteção ao cérebro.
Diretor do Centro de Pesquisa em Memória e Envelhecimento da Universidade da Califórnia e autor de inúmeros artigos e livros sobre o tema, Small e sua equipe desenvolveu programas que envolvem treinamento mental e mudanças no estilo de vida que têm resultados consistentes na prevenção das demências.
Além de exercitar os neurônios, praticar atividade física é fundamental para evitar o envelhecimento do cérebro. O neurocientista também conta que determinados nutrientes têm efeito protetor, como os antioxidantes presentes no café e no suco de romã, assim como as gorduras do tipo ômega 3, frequentes em peixes de águas frias, nozes e linhaça.
Veja, abaixo, outras dicas do especialista: (no site)
http://noticias.uol.com.br/saude/ultimas-noticias/redacao/2012/05/26/habitos-saudaveis-adiam-primeiros-sintomas-do-alzheimer-diz-neurocientista.htm
sexta-feira, 17 de agosto de 2012
Considerações sobre a Obesidade
Podemos afirmar que a obesidade não é simplesmente falta de interesse ou descuido com a saúde. Antes de tudo a obesidade é uma doença crônica que vai se instalando com o passar dos anos, mas que pode ser controlada.
O sobre-peso e a obesidade são uma condição genética que com a interação de fatores do meio ambiente levam ao ganho de peso, levando a doenças no futuro, como hipertensão arterial, diabetes, aumento da gordura no sangue, doenças articulares e tantas outras.
Dentre os fatores do meio ambiente que interagem com a genética levando ao ganho de peso podemos citar a falta de atividade física, a ingestão excessiva de gorduras saturadas e de carboidratos, principalmente.
É necessário assim a mudança do meio ambiente, como a alteração do padrão da dieta e implementação da atividade física, assim como tratamento medicamentoso, quando necessário.
O acúmulo de gordura no corpo tem uma tendência para ocorrer no abdomen, no homem, e no quadril e coxas, na mulher, comprometendo não só a saúde, mas também a estética corporal.
Assim é prudente tratar o sobrepeso e a obesidade, mantendo o peso na faixa de normalidade, prevenindo doenças no futuro e assegurando uma boa qualidade de vida física, emocional e social.
Para mais informações sobre produtos que ajudam no controle de peso:
Karina Beck (51)3499-2752 / 9834-3352
Fonte http://www.drluizsilveira.com.br/artigos.asp
quarta-feira, 8 de agosto de 2012
Voce sabe o que é o Espaço Vida Saudável Herbalife?
ESPAÇO VIDA SAUDÁVEL HERBALIFE
Para mais informações:
Distribuidor Independente Herbalife Karina (51) 8558-9369 / 9834-3352 / 3499-2752
Seu ponto de encontro com o Bem Estar!
Frequente este local que está mudando os hábitos alimentares de todo o mundo!
Faça uma nutrição saudável.
Ganhe:Energia! Disposição! Qualidade de vida! Controle de Peso!
msn: karinabeck@terra.com.br
Blog: descubraosegredodobemestar.blogspot.com
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